CRM 190.567 | RQE 84395 | RQE 128214

Dra. Daniela Marcondes

Seu problema digestivo merece uma investigação completa, não apenas o controle dos sintomas.

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Dra. Daniela Marcondes​

Seu problema digestivo merece uma investigação completa, não apenas o controle dos sintomas.

Conheça a
Dra. Daniela Marcondes

A Dra. Daniela Marcondes é médica cirurgiã, formada pela Faculdade de Medicina de Jundiaí. Realizou residência em Cirurgia Geral na mesma instituição e, posteriormente, especializou-se em Cirurgia do Aparelho Digestivo, em Cirurgia Hepática e Transplante Hepático pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Atua nas cidades de Jundiaí e Campinas, dedicando-se ao diagnóstico, acompanhamento e tratamento cirúrgico de doenças do aparelho digestivo, tanto benignas quanto oncológicas. Sua prática abrange cirurgias da vesícula biliar, fígado, pâncreas, estômago, cólon e hérnias da parede abdominal.

Sua atuação é baseada em conhecimento técnico, atualização constante e uma abordagem individualizada, respeitando as necessidades e características de cada paciente. A Dra. Daniela acredita que um tratamento de excelência começa com uma escuta atenta, uma relação de confiança e decisões compartilhadas, oferecendo um cuidado próximo, transparente e fundamentado nas melhores evidências científicas.

Quando é hora de procurar um Especialista em aparelho digestivo?

Você pode se beneficiar de uma avaliação especializada quando:

COMO POSSO AJUDAR

Áreas de atuação

Pedra ou pólipos na vesícula biliar

Diagnóstico, tratamento clínico e cirúrgico de pacientes com pólipos e cálculos na vesícula biliar

Doenças das vias biliares

Diagnóstico e tratamento cirúrgico de pacientes com doenças das vias biliares como câncer, cálculos e cistos.

Doença do refluxo gastroesofágico

Diagnóstico, tratamento clínico e cirúrgico de pacientes com sintomas de azia, refluxo, hérnia de hiato e regurgitação.

Hérnias de parede abdominal

Diagnóstico e tratamento cirúrgico de pacientes com hérnias umbilicais, inguinais, incisionais e outras alterações da parede abdominal.

Doenças do estômago

Diagnóstico, tratamento clínico e cirúrgico de pacientes doenças gástricas benignas e malignas.

Doenças do intestino

Investigação, diagnóstico e tratamento cirúrgico de pacientes com diagnóstico de pólipos intestinais, tumores benignos e malignos do intestino.

Doenças do fígado e pâncreas

Investigação, tratamento clínico e cirúrgico de pacientes que apresentem tumores benignos ou malignos no fígado e pâncreas.

Doenças do estômago

  • Cirurgia videolaparoscopica.
  • Cirurgia robótica

CONFIRA

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CONFIRA

Dúvidas frequentes

Existem diversas indicações para a cirurgia de retirada da vesícula, e a presença de cálculos (pedras) é uma delas. Cada caso deve ser avaliado individualmente para definir os riscos e benefícios do procedimento.

Na grande maioria dos casos, a cirurgia está indicada. No entanto, nem todos os pacientes seguem a mesma regra, e podem existir variações na indicação cirúrgica. Por isso, é fundamental uma avaliação individualizada, levando em consideração o diagnóstico, as características e o tamanho das pedras, as doenças preexistentes do paciente, entre outros fatores.

Nem todo paciente com refluxo precisa realizar uma endoscopia logo no início da investigação. Quando os sintomas são típicos, como azia e regurgitação, e não existem sinais de alarme, geralmente podemos iniciar o tratamento clínico e observar a resposta.

Vale lembrar que o tratamento clínico inclui não apenas medicações, mas também mudanças nos hábitos alimentares e no estilo de vida, além da retirada de fatores que agravam os sintomas, como o consumo de álcool e o tabagismo.

A endoscopia passa a ser especialmente importante quando, além dos sintomas de refluxo, o paciente apresenta dificuldade para engolir, perda de peso, vômitos persistentes, anemia, sangramento, dor ao engolir, sintomas que não melhoram após tratamento adequado ou retorno dos sintomas após a suspensão da medicação. Nesses casos, a realização da endoscopia é indicada desde o início da avaliação.

A repetição anual da colonoscopia não é necessária para a maioria dos pacientes. Em geral, ela fica reservada para situações de maior risco de câncer colorretal, síndromes hereditárias ou acompanhamento após a retirada de lesões avançadas.

O intervalo ideal para repetir o exame depende do tipo, do tamanho e da quantidade de pólipos encontrados, além de outros fatores individuais. Por isso, a orientação deve ser definida pelo médico responsável pelo acompanhamento.

Na maioria das vezes, os pólipos encontrados no estômago não representam algo grave, principalmente quando são pequenos e descobertos incidentalmente durante a endoscopia.

Existem diferentes tipos de pólipos gástricos. Alguns estão relacionados apenas à inflamação da mucosa do estômago ou ao uso prolongado de medicamentos para gastrite e refluxo. Outros podem exigir maior atenção e acompanhamento.

Por isso, é muito importante consultar um especialista para que o achado seja avaliado de forma individualizada, considerando as características do pólipo e a necessidade de investigação ou acompanhamento adicional.

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